sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

CRISE DE ÁGUA NO SUL E SUDESTE DO BRASIL/CRISIS DEL AGUA EN EL SUR Y SURESTE DE BRASIL





Fonte: google
Neste artigo pretende-se chamar à reflexão os responsáveis pela administração pública e a população para a continuidade da crise da água, o mau uso e as falhas na gestão do seu sistema de extração e abastecimento.


No primeiro caso a origem vem da natureza devido a diminuição das chuvas, mas que os gestores públicos, o setor produtivo e a sociedade também têm uma parcela importante de culpa na continuidade da crise.

Nas redes sociais se verificam manifestações que atribuem o agravamento do problema as questões de diagnóstico (conhecimento da realidade) e formas de agir (medidas concretas para resolvê-lo). Para alguns, o potencial de solução da crise da água pelas medidas planejadas não atinge plenamente o objetivo nem imediatamente nem a médio ou longo prazo. Os mais radicais chegam a dizer que a crise da água prova o erro das estratégias do setor produtivo que prevê quase tão somente o crescimento da produção e do consumo para aumentar os negócios e a riqueza financeira e patrimonial dos seus donos. 

O setor público por sua vez não prioriza e não cumpre as ações planejadas visto que muitas medidas são consideradas impopulares e parte da classe política teme perder votos nas eleições vindouras esquecendo-se de que todos dependem da água e, portanto, são responsáveis pelas soluções desse gravíssimo problema.

Outros defendem a necessidade de começar a implantação de infra-estrutura verde como, por exemplo, implantar e recuperar as matas; proteger as nascentes e os córregos, rios e lagoas, investir na recuperação e melhoria tecnológica do sistema de captação , distribuição, controle de perdas e redução do consumo.

Seja como for é indiscutível que é preciso aumentar a eficiência do serviço, a conscientização dos usuários para o consumo e uso racional, implantar meios de reuso e, até mesmo, a coleta e o armazenamento e uso de água de chuva. Outra medida imprescindível é prevenir a contaminação da água por esgoto, produtos agrotóxicos usados em lavouras entre outros.

Texto en español:

En este artículo se pretende llamar a la reflexión a los responsables de la administración pública y la población para la continuidad de la crisis del agua, el uso indebido y fracasos en la gestión de su sistema de extracción y suministro.

En el primer caso el origen proviene de la naturaleza debido a la disminución de las lluvias, pero que los directivos públicos, el sector productivo y la sociedad también tienen una importante cuota de culpa en la crisis continua.

En las redes sociales se producen manifestaciones que atribuyen lo empeoramiento del problema as cuestiones de diagnóstico (conocimiento de la realidad) y formas de acción (medidas concretas para resolverlo). Para algunos, la posible solución de la crisis del agua por las medidas previstas no alcanzan plenamente el objetivo  inmediatamente o mediano o largo plazo. Los más radicales incluso dicen que la crisis del agua demuestra el error de las estrategias del sector productivo de preve casi sólo el crecimiento de la producción y el consumo para hacer crecer el negocio y la riqueza financiera y la propiedad de sus dueños.

El sector público, a su vez no prioriza y falla en las acciones planificadas ya que muchas medidas se consideran impopulares y parte de la clase política teme perder votos en las próximas elecciones olvidando que todos dependen de agua y por lo tanto son responsables de soluciones de este problema muy grave.

Otros sostienen la necesidad de iniciar el despliegue de la infraestructura verde, por ejemplo, desplegar y recuperar los bosques; proteger los manantiales y arroyos, ríos y lagos, invertir en la recuperación y mejora tecnológica del sistema de recolección, distribución, control de pérdidas y reducción del consumo.

En cualquier caso, es innegable que tenemos que aumentar la eficiencia del servicio, la conciencia de los usuarios para el consumo y uso racional, desplegar medios de reutilización e incluso la recogida y el almacenamiento y el uso de agua de lluvia. Otra medida esencial es evitar la contaminación del agua por aguas residuales, pesticidas utilizados en los cultivos y otros.

Para aprender mais sobre o assunto/Para aprender más sobre el tema:


BRASIL PÓS ELEIÇÕES/BRASIL DESPUÉS DE LAS ELECCIONES




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Fonte: google
Dizer que o resultado da votação do segundo turno mostrou a divisão do Brasil em dois, um rico (Centro-Oeste/Sul/Sudeste) e um pobre (Norte/Nordeste) é ignorar vários fatores decisivos das eleições. Ou seja, a complexidade do processo eleitoral e de formação da decisão do eleitor, a vantagem da candidatura de reeleição na disputa; as promessas, os acordos e as manobras políticas partidárias das partes disputantes e a quantidade de votos obtidos por ambos os candidatos em todos os estados da Federação.

Também é desconsiderar que a análise da geografia do riquíssimo território brasileiro pode ser feita por infinitos enfoques e escalas dentro das regiões, dos estados, territórios municipais e até no interior dos bairros de cada cidade. Entre as diversas facetas analíticas citam-se o nível de desenvolvimento social e econômico, de politização, a dependência ou não dos eleitores aos programas assistenciais (bolsa família etc.), o grau de reação às notícias dos escândalos na gestão do dinheiro público, entre outras.




Portanto, não é sensato recriminar a conduta daqueles que exerceram seu direito democrático de escolha de um candidato, mas tem-se o dever de refletir sobre o gigantesco território brasileiro cheio de problemas e conflitos a exigir soluções eficazes. 


Também é imperioso meditar sobre a competência dos candidatos tradicionais para resolvê-los. E os motivos dessas reflexões são simples. Nem sempre se tem candidatos qualificados em razão de os quadros partidários geralmente serem controlados por “donos de partido” e menos de meio por cento (o,5%) do eleitorado em média nacional. 

É esse modelo institucional, precário e ilegítimo de voto, predominante no Brasil, que realiza convenções para indicar e aprovar os candidatos às eleições.


Texto en español:

Decir que el resultado del segundo período de votación de las elecciones presidenciales en Brasil mostró división del país en dos, una rica (Centro Oeste / Sur / Sudeste) y pobres (Norte / Noreste) ignora varios factores clave de las elecciones. Es decir, la complejidad del proceso y de los votantes, la decisión electoral debido a la formación de los ciudadanos, la ventaja de la candidatura a la reelección en disputa; las promesas, acuerdos y las maniobras políticas partidistas de las partes contendientes y el número de votos obtenidos por ambos candidatos en todos los estados de la Federación.

También no se considera que el análisis de la rica geografía de Brasil puede hacerse mediante enfoques y escalas interminables dentro de las regiones, los estados, los territórios municipales e incluso dentro de los barrios de cada ciudad. Entre los diversos aspectos analíticos citados fueron el nivel de desarrollo social y económico, de la politización, la dependencia o no de los votantes a los programas de asistencia social (subsidio familiar etc.), el grado de reacción a las noticias de escándalos en la gestión del dinero público, entre otros.

Así que no es sabio a culpar a la conducta de los que ejercieron su derecho democrático de elegir a un candidato, sino que tiene el deber de reflexionar sobre el enorme territorio brasileño lleno de problemas y conflictos que requieren soluciones eficaces. 

También es imprescindible para meditar sobre el poder de los candidatos tradicionales para resolverlos. Y las razones de esas reflexiones son simples. No siempre hay candidatos calificados debido a los cuadros del partido están controlados generalmente por los "dueños del partido" y menos de medio por ciento (0,5%) del electorado en la media nacional. Ese modelo institucional precario y ilegítimo de voto, predominante en Brasil, que decide en la convención para indicar y aprobar los candidatos a las elecciones.


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O VOTO E OS TRILHÕES DA REPÚBLICA


O voto é um ato aparentemente simples de teclar os números na urna, mas que tem um efeito particular de muita responsabilidade: contribuir para dar um enorme poder a uma pessoa que deve ser capaz de resolver os abundantes problemas do país, muitos deles originados no Império.

A depender de sua formação moral, capacidade profissional, de liderança e articulação a pessoa que se eleger vai cuidar, bem ou mal, de uma receita estimada em quase 3 trilhões de Reais para o exercício financeiro de 2015. O poder dessa fortuna é praticamente inimaginável. Bem usado esse poder certamente resolverá quase todos os problemas brasileiros.Todavia empregado a serviço daqueles que o adquirem para aumentar seu patrimônio, pessoal e de seus financiadores, o país continuará capengante no controle do custo de vida, na educação, infra-estrutura, saúde, segurança, no transporte público, subjugado pelo crime organizado, entre outras mazelas.

Portanto, é inadmissível o exercício da Presidência da República por alguém que não tenha retidão no uso do cargo, sobretudo na forma de elaborar, aperfeiçoar, aprovar e conduzir as políticas púbicas. Não se pode admitir a elevada carga de impostos e taxas, a má gestão financeira, à desqualificação dos serviços à população, os crimes, por exemplo, contra a honestidade na administração e no uso do dinheiro público. Também não se pode aceitar a submissão aos acordos políticos partidários que fujam ao livre exercício dos demais poderes federais, estaduais e municipais no interesse social. 

Além disso, a pessoa que ocupar a principal cadeira de governo do país tem que reunir atributos para driblar os maus políticos, ou empresários, e líderes sociais ávidos para usar os recursos públicos para fins particulares.


Entre os disputantes da Presidência da República o merecedor do voto é aquele que, desde já, passar a confiança de que possui as qualificações antes citadas para cumprir as atribuições do cargo e adotar os numeráveis e complexos desafios que a Nação impõe. 

sábado, 26 de julho de 2014

O PERIGO DO TELEFONE MÓVEL/EL PELIGRO DE TELÉFONO MÓVIL

Fonte: Google

Às vezes quero perguntar o motivo pelo qual uma parcela da população se envolve, exageradamente, com o uso de produtos ou se apegam a hábitos que se apresentam como novidade em cada época. 

No final da década de 1950 era uma demonstração de poder e inteligência para quem possuía uma calculadora portátil enquanto a quase totalidade das pessoas decoravam a tabuada estampada ao redor dos lápis.

Por volta dos anos 1960 e 1970 foi à época da calça jeans, inclusive no melhor estilo country, e do cigarro. Nesta época o ato de acender um cigarro estava na moda, principalmente em eventos sociais. Fumar era símbolo de poder e requinte. Hoje é uma característica de pessoa ansiosa em risco de contrair doenças. Ter calculadora, usar calça jeans e fumar é possível a qualquer pessoa. Mas, esses hábitos já são coisa do passado. 

Desde meados da década de 1990 e, sobretudo a de 2000 tornou-se o produto da vez o telefone móvel, que não só motivava inveja, mas também transmitia, ao seu possuidor, a imagem de ter poder aquisitivo alto porque poucas pessoas tinham condições de ter um. Agora, o celular se popularizou a ponto de muitas pessoas dizerem: “todas as pessoas tem um, este produto virou uma praga”.

Preferências e hábitos à parte o que não é admissível é o apego exagerado ao produto, a ponto de se expor a riscos de acidentes como, por exemplo, usar o telefone na rua, ou no veículo em movimento, descuidando-se do tráfego. 



Traducción al español:



A veces quiero preguntar por qué una parte de la población se dedica exageradamente, con el uso de productos o se aferra a hábitos que se presentan como nuevos cada temporada. 

A finales de la década de 1950 fue una demostración de poder e inteligencia a los que era dueño de una calculadora de mano, mientras que casi todas las personas decoraban la taboada sellada alrededor del lápiz.
Por los años 1960 y 1970 fue la época de los pantalones vaqueros, incluyendo el de mejor estilo campestre, y el cigarrillo. En esta ocasión el acto de encender un cigarillo estaba de moda, especialmente en los eventos sociales. El tabaquismo fue un símbolo de poder y refinamiento. Hoy en día es una característica de la persona ansiosa en riesgo de contraer enfermedades. Tener calculadora,los pantalones vaqueros y fumar es posible para cualquier persona. Pero estos hábitos son una cosa del pasado. 

Desde mediados de la década de 1990, y en especial la de 2000 se convirtió en el producto del tiempo el teléfono móvil, que no sólo motiva la envidia, sino que también transmiten, a su poseedor, la imagen de tener un alto poder adquisitivo, porque pocas personas podían permitirse el lujo de tener uno. Ahora, el teléfono se hizo popular hasta el punto de que mucha gente dice, "todo el mundo tiene uno, este producto se ha convertido en una plaga". 

Preferencias y hábitos a la parte lo que no pude permitir es el apego exagerado para el producto, hasta el punto de exponerse a los riesgos de accidentes, por ejemplo, el uso del teléfono en la calle, o en el vehículo en movimiento, dejando de lado el trafico.



Ver también:


TRÂNSITO DE VEÍCULOS AGRÍCOLAS/TRÁNSITO DE VEHÍCULOS AGRÍCOLAS

Fonte: VIEIRA, E. A. (2014)

Em uma quinta-feira (29/05/14) pela manhã este articulista foi surpreendido na estrada por dois tratores de grande porte utilizados para receber cana-de-açúcar diretamente da colheitadeira e depois transferir a carga para os caminhões levá-la até a usina de processamento. 

A surpresa não teria acontecido se os veículos citados ao invés de estarem trafegando estivessem trabalhando na lavoura. E o pior, eles não estavam sinalizados, não tinham as luzes acesas, além de não caberem na faixa de rolamento da mão de trânsito e, por isso, haviam invadido indevidamente a faixa da contramão a qual somente era liberada quando um segundo veículo em trânsito na mesma estrada se aproximava.

A circulação de veículos agrícolas pelas estradas rurais de uso público é normatizada pelo Código de Transito Brasileiro. No entanto, o fato de os produtores rurais e ou seus funcionários ou prestadores de serviços nem sempre levar em conta a referida normatização na sua condução pode dar motivo à ocorrência de acidentes. Uma das normas prevê, por exemplo, que o tráfego de veículos e máquinas agrícolas em rodovias públicas seja acompanhado veículos de apoio devidamente sinalizados na frente e atrás.

O episódio presenciado por este articulista pode ter como motivação o desconhecimento das normas de trânsito para o tipo de veículo ou economia de dinheiro por redução de custo da logística agrícola planejado pelo produtor de cana-de-açúcar ou seus prepostos.
Seja como for o descumprimento da legislação impõe aos proprietários e condutores desses veículos a responsabilidade civil pelos eventuais danos que causarem a terceiros. 

Portanto, recomenda-se a fiscalização dessa prática pelas autoridades, assim como maior cuidado por parte dos motoristas, principalmente de veículos de passeio, para evitar colisões e outros acidentes.


Traducción al español:


Un jueves (29/05/14) por la mañana este corresponsal fue sorprendido por dos grandes tractores utilizados para recibir la caña de azúcar  directamente de la cosechadora y luego transferir la carga a los camiones que llevan el producto a la planta de procesamiento. 

La sorpresa no habría sucedido si los vehículos citados en vez de estar viajando en la carretera se estuvieran trabajando en los campos agrícolas. Y lo peor, no fueron marcados, no tenía las luces encendidas, y no encaja en el rango de tráfico y por lo que había invadido indebidamente la banda de rodadura de lo contrario, que sólo era liberada cuando un segundo vehículo en el tráfico en la misma carretera se acercaba. 


El movimiento de vehículos agrícolas por los caminos rurales de uso público se normalizó por el Código de Tránsito Brasileño. Sin embargo, el hecho de que los agricultores y sus empleados, o proveedores de servicios, no siempre toman en cuenta la citada norma, en su conducta, puede dar la razón a los accidentes. Una de las reglas establece, por ejemplo, el tráfico de vehículos y de la maquinaria agrícola en la vía pública se acompaña de vehículos de apoyo debidamente marcados delante y detrás. 


El episodio presenciado por este corresponsal puede estar motivado por la falta de normas de tráfico para el tipo de vehículo o ahorrar dinero al reducir el costo de la logística agrícola prevista por el productor de caña de azúcar o de sus agentes. 


Sea cual sea el incumplimiento de la legislación se requiere que los propietarios y conductores de estos vehículos la responsabilidad por los daños que causen a terceros. 

Por lo tanto, se recomienda la vigilancia de las autoridades, y una mayor atención por parte de los automovilistas, en especial los vehículos de pasajeros para evitar colisiones y otros accidentes.


Ver también:
http://www.policiamilitar.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=178

CONFLITO DE TRÁFEGO URBANO/CONFLICTO DE TRÁFICO URBANO

Fonte: Google
Sabe-se que boa parte dos acidentes entre veículos e desses com pedestres poderia ser evitada se os projetos dos sistemas viários respeitassem rigorosamente as normas técnicas, legais, e a segurança dos usuários das vias.

A afirmação anterior se justifica porque geralmente as avenidas, passagens, praças, ruas e outros logradouros públicos são projetados segundo diretrizes gerais de loteamento orientadas pelos municípios.

Até aí tudo estaria certo se os governos locais tivessem uma diretriz específica para o formato dessas vias, principalmente nas suas interseções (diferentes formas de cruzamentos).

Mas são comuns os departamentos técnicos municipais de aprovação de novos bairros se preocuparem quase tão somente com a largura das ruas sem considerar o tipo e a intensidade de tráfego delas.

Além disso, perante duas o mais vias que se entrecruzam ou convergem, também chamadas de interseções cresce, e muito, o perigo de acidentes, inclusive com vítimas fatais. Ou seja, 78% dos acidentes numa cidade acontecem nesse ponto de uma avenida, passagem ou rua.

Portanto se faz necessária a reflexão sobre o tema visando melhorar a qualidade dos projetos de implantação ou gerenciamento de tráfego de avenidas e ruas com especial atenção para os cruzamentos em que se verifica a ocorrência de movimentos conflitantes. O primeiro passo é identificar esses locais através de um levantamento do número de acidentes já registrados, da consulta aos vizinhos dos cruzamentos considerados perigosos ou da observação do fluxo viário nos pontos e horários de maior intensidade de uso da via. O segundo passo é utilizar os dados para planejar as intervenções.


Traducción al español:


Se sabe que la mayoría de los accidentes entre vehículos y de estos con peatones podrían evitarse si los proyectos de sistemas de carreteras cumplió acabadamente con las normas técnicas, legales y la seguridad de los usuarios de las vías.


La declaración anterior se justifica porque por lo general las avenidas, paseos, plazas, calles y otros lugares públicos se han diseñado de acuerdo con las directrices generales de subdivisión de tierras urbanas de los municipios. 


Hasta entonces todo iba a estar bien si los gobiernos locales tenían directrices específicas para el formato de estas vías, sobre todo en sus intersecciones (diferentes tipos de cruces).

Pero los departamentos técnicos municipales, para la aprobación de nuevos barrios, se preocupan tan sólo la anchura de las calles sin tener en cuenta el tipo y la intensidad del tráfico de ellos.


Además, en las dos pistas o más vías que se cruzan o convergen, también llamadas intersecciones crece, y mucho, el peligro de accidentes, incluidos los accidentes mortales. Es decir, el 78% de los accidentes en la ciudad se producen en este punto de una avenida, calle o camino.


Por lo tanto, es necesario reflexionar sobre el tema de mejorar la calidad de la ejecución de proyectos o la gestión de avenidas y calles con especial atención a las intersecciones de tráfico donde hay la ocurrencia de movimientos contradictorios. El primer paso es identificar a estos lugares a través de un estudio sobre el número de accidentes registrados, en consulta a los vecinos con las intersecciones  consideradas peligrosas o la observación del flujo de tráfico en puntos y momentos de mayor intensidad de uso de la vía. El segundo paso es usar los datos para planificar las intervenciones.

Ver tambíen:
http://www.producao.ufrgs.br/arquivos/disciplinas/420_14-intersecoes_apresentacao.pdf

terça-feira, 3 de junho de 2014

CEMITÉRIO


Fonte: https://www.google.com.br

Nota-se que para muitas pessoas o tema cemitério é um tabu que não permite discussão sob nenhum aspecto, muito menos quanto ao seu valor. E essa atitude pode contribuir para o desleixe desse equipamento comunitário essencial para a sociedade.

Entretanto, numa análise simplista o valor do cemitério é de cunho prático porque as pessoas um dia morrem e precisam ser sepultadas, no mínimo, com as formalidades e os procedimentos sanitários, técnicos, administrativos e legais.

O valor do cemitério não pode ser atribuído somente ao fato de ter como finalidade o sepultamento de corpos, mas também sua importância cultural, religiosa, sentimental e, portanto, sua relação com a manifestação da intimidade de cada indivíduo de maneira particular.

Assim, o cemitério pode ser considerado um dos equipamentos urbanos mais importantes da cidade, apesar de nem sempre constituir-se num tema incluído, como prioritário, na agenda das pessoas e dos agentes políticos.

Talvez por isso seja comum, geralmente em cemitérios públicos, se deparar com túmulos ou jazigos abandonados pelos parentes dos mortos e constatar que um grande número de municipalidades brasileiras não cumpriu o prazo, vencido no final de 2010, para obter a licença ambiental de seus cemitérios.

O descaso também pode ser comprovado pelas deficiências, na sua implantação e funcionamento que são frequentemente denunciadas em diversas cidades brasileiras. Entre elas podem ser citadas: 1) água de chuva que sai por buracos abertos nos muros e escorre pelas ruas arrastando lixo com restos de caixões, flores e roupas; 2) falta de manutenção e dedetização periódica para evitar que insetos invadam as casas da vizinhança; 3) sepulturas abandonadas; 4) vasos de planta com água que podem ser criadouros do mosquito transmissor da dengue; 5) piso irregular; 6) mato alto; 7) ossadas expostas; 8) manejo errado de resíduos comuns e de restos mortais; 9) contaminação do solo e da água subterrânea por líquidos, e do ar, por gases, gerados na decomposição de cadáveres; 10) radiação que pode advir de corpos de pessoas com marca-passo ou que receberam tratamento por radioterapia.

Como não bastasse há queixas da falta de espaço para novos túmulos e sepulturas, assim como de número insuficiente de coveiros para zelar pelo cemitério.

A solução dos problemas apontados depende de a comunidade afetada cobrar as medidas aplicáveis a cada caso dos agentes políticos, órgãos de fiscalização de posturas, vigilância sanitária ou de defensoria pública.

Para saber mais sobre o tema acesse o link:
http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2013/08/esqueletos-mostra-assombram-cemiterio-abandonado-em-itu.html