sábado, 26 de julho de 2014

TRÂNSITO DE VEÍCULOS AGRÍCOLAS/TRÁNSITO DE VEHÍCULOS AGRÍCOLAS

Fonte: VIEIRA, E. A. (2014)

Em uma quinta-feira (29/05/14) pela manhã este articulista foi surpreendido na estrada por dois tratores de grande porte utilizados para receber cana-de-açúcar diretamente da colheitadeira e depois transferir a carga para os caminhões levá-la até a usina de processamento. 

A surpresa não teria acontecido se os veículos citados ao invés de estarem trafegando estivessem trabalhando na lavoura. E o pior, eles não estavam sinalizados, não tinham as luzes acesas, além de não caberem na faixa de rolamento da mão de trânsito e, por isso, haviam invadido indevidamente a faixa da contramão a qual somente era liberada quando um segundo veículo em trânsito na mesma estrada se aproximava.

A circulação de veículos agrícolas pelas estradas rurais de uso público é normatizada pelo Código de Transito Brasileiro. No entanto, o fato de os produtores rurais e ou seus funcionários ou prestadores de serviços nem sempre levar em conta a referida normatização na sua condução pode dar motivo à ocorrência de acidentes. Uma das normas prevê, por exemplo, que o tráfego de veículos e máquinas agrícolas em rodovias públicas seja acompanhado veículos de apoio devidamente sinalizados na frente e atrás.

O episódio presenciado por este articulista pode ter como motivação o desconhecimento das normas de trânsito para o tipo de veículo ou economia de dinheiro por redução de custo da logística agrícola planejado pelo produtor de cana-de-açúcar ou seus prepostos.
Seja como for o descumprimento da legislação impõe aos proprietários e condutores desses veículos a responsabilidade civil pelos eventuais danos que causarem a terceiros. 

Portanto, recomenda-se a fiscalização dessa prática pelas autoridades, assim como maior cuidado por parte dos motoristas, principalmente de veículos de passeio, para evitar colisões e outros acidentes.


Traducción al español:


Un jueves (29/05/14) por la mañana este corresponsal fue sorprendido por dos grandes tractores utilizados para recibir la caña de azúcar  directamente de la cosechadora y luego transferir la carga a los camiones que llevan el producto a la planta de procesamiento. 

La sorpresa no habría sucedido si los vehículos citados en vez de estar viajando en la carretera se estuvieran trabajando en los campos agrícolas. Y lo peor, no fueron marcados, no tenía las luces encendidas, y no encaja en el rango de tráfico y por lo que había invadido indebidamente la banda de rodadura de lo contrario, que sólo era liberada cuando un segundo vehículo en el tráfico en la misma carretera se acercaba. 


El movimiento de vehículos agrícolas por los caminos rurales de uso público se normalizó por el Código de Tránsito Brasileño. Sin embargo, el hecho de que los agricultores y sus empleados, o proveedores de servicios, no siempre toman en cuenta la citada norma, en su conducta, puede dar la razón a los accidentes. Una de las reglas establece, por ejemplo, el tráfico de vehículos y de la maquinaria agrícola en la vía pública se acompaña de vehículos de apoyo debidamente marcados delante y detrás. 


El episodio presenciado por este corresponsal puede estar motivado por la falta de normas de tráfico para el tipo de vehículo o ahorrar dinero al reducir el costo de la logística agrícola prevista por el productor de caña de azúcar o de sus agentes. 


Sea cual sea el incumplimiento de la legislación se requiere que los propietarios y conductores de estos vehículos la responsabilidad por los daños que causen a terceros. 

Por lo tanto, se recomienda la vigilancia de las autoridades, y una mayor atención por parte de los automovilistas, en especial los vehículos de pasajeros para evitar colisiones y otros accidentes.


Ver también:
http://www.policiamilitar.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=178

CONFLITO DE TRÁFEGO URBANO/CONFLICTO DE TRÁFICO URBANO

Fonte: Google
Sabe-se que boa parte dos acidentes entre veículos e desses com pedestres poderia ser evitada se os projetos dos sistemas viários respeitassem rigorosamente as normas técnicas, legais, e a segurança dos usuários das vias.

A afirmação anterior se justifica porque geralmente as avenidas, passagens, praças, ruas e outros logradouros públicos são projetados segundo diretrizes gerais de loteamento orientadas pelos municípios.

Até aí tudo estaria certo se os governos locais tivessem uma diretriz específica para o formato dessas vias, principalmente nas suas interseções (diferentes formas de cruzamentos).

Mas são comuns os departamentos técnicos municipais de aprovação de novos bairros se preocuparem quase tão somente com a largura das ruas sem considerar o tipo e a intensidade de tráfego delas.

Além disso, perante duas o mais vias que se entrecruzam ou convergem, também chamadas de interseções cresce, e muito, o perigo de acidentes, inclusive com vítimas fatais. Ou seja, 78% dos acidentes numa cidade acontecem nesse ponto de uma avenida, passagem ou rua.

Portanto se faz necessária a reflexão sobre o tema visando melhorar a qualidade dos projetos de implantação ou gerenciamento de tráfego de avenidas e ruas com especial atenção para os cruzamentos em que se verifica a ocorrência de movimentos conflitantes. O primeiro passo é identificar esses locais através de um levantamento do número de acidentes já registrados, da consulta aos vizinhos dos cruzamentos considerados perigosos ou da observação do fluxo viário nos pontos e horários de maior intensidade de uso da via. O segundo passo é utilizar os dados para planejar as intervenções.


Traducción al español:


Se sabe que la mayoría de los accidentes entre vehículos y de estos con peatones podrían evitarse si los proyectos de sistemas de carreteras cumplió acabadamente con las normas técnicas, legales y la seguridad de los usuarios de las vías.


La declaración anterior se justifica porque por lo general las avenidas, paseos, plazas, calles y otros lugares públicos se han diseñado de acuerdo con las directrices generales de subdivisión de tierras urbanas de los municipios. 


Hasta entonces todo iba a estar bien si los gobiernos locales tenían directrices específicas para el formato de estas vías, sobre todo en sus intersecciones (diferentes tipos de cruces).

Pero los departamentos técnicos municipales, para la aprobación de nuevos barrios, se preocupan tan sólo la anchura de las calles sin tener en cuenta el tipo y la intensidad del tráfico de ellos.


Además, en las dos pistas o más vías que se cruzan o convergen, también llamadas intersecciones crece, y mucho, el peligro de accidentes, incluidos los accidentes mortales. Es decir, el 78% de los accidentes en la ciudad se producen en este punto de una avenida, calle o camino.


Por lo tanto, es necesario reflexionar sobre el tema de mejorar la calidad de la ejecución de proyectos o la gestión de avenidas y calles con especial atención a las intersecciones de tráfico donde hay la ocurrencia de movimientos contradictorios. El primer paso es identificar a estos lugares a través de un estudio sobre el número de accidentes registrados, en consulta a los vecinos con las intersecciones  consideradas peligrosas o la observación del flujo de tráfico en puntos y momentos de mayor intensidad de uso de la vía. El segundo paso es usar los datos para planificar las intervenciones.

Ver tambíen:
http://www.producao.ufrgs.br/arquivos/disciplinas/420_14-intersecoes_apresentacao.pdf

terça-feira, 3 de junho de 2014

CEMITÉRIO


Fonte: https://www.google.com.br

Nota-se que para muitas pessoas o tema cemitério é um tabu que não permite discussão sob nenhum aspecto, muito menos quanto ao seu valor. E essa atitude pode contribuir para o desleixe desse equipamento comunitário essencial para a sociedade.

Entretanto, numa análise simplista o valor do cemitério é de cunho prático porque as pessoas um dia morrem e precisam ser sepultadas, no mínimo, com as formalidades e os procedimentos sanitários, técnicos, administrativos e legais.

O valor do cemitério não pode ser atribuído somente ao fato de ter como finalidade o sepultamento de corpos, mas também sua importância cultural, religiosa, sentimental e, portanto, sua relação com a manifestação da intimidade de cada indivíduo de maneira particular.

Assim, o cemitério pode ser considerado um dos equipamentos urbanos mais importantes da cidade, apesar de nem sempre constituir-se num tema incluído, como prioritário, na agenda das pessoas e dos agentes políticos.

Talvez por isso seja comum, geralmente em cemitérios públicos, se deparar com túmulos ou jazigos abandonados pelos parentes dos mortos e constatar que um grande número de municipalidades brasileiras não cumpriu o prazo, vencido no final de 2010, para obter a licença ambiental de seus cemitérios.

O descaso também pode ser comprovado pelas deficiências, na sua implantação e funcionamento que são frequentemente denunciadas em diversas cidades brasileiras. Entre elas podem ser citadas: 1) água de chuva que sai por buracos abertos nos muros e escorre pelas ruas arrastando lixo com restos de caixões, flores e roupas; 2) falta de manutenção e dedetização periódica para evitar que insetos invadam as casas da vizinhança; 3) sepulturas abandonadas; 4) vasos de planta com água que podem ser criadouros do mosquito transmissor da dengue; 5) piso irregular; 6) mato alto; 7) ossadas expostas; 8) manejo errado de resíduos comuns e de restos mortais; 9) contaminação do solo e da água subterrânea por líquidos, e do ar, por gases, gerados na decomposição de cadáveres; 10) radiação que pode advir de corpos de pessoas com marca-passo ou que receberam tratamento por radioterapia.

Como não bastasse há queixas da falta de espaço para novos túmulos e sepulturas, assim como de número insuficiente de coveiros para zelar pelo cemitério.

A solução dos problemas apontados depende de a comunidade afetada cobrar as medidas aplicáveis a cada caso dos agentes políticos, órgãos de fiscalização de posturas, vigilância sanitária ou de defensoria pública.

Para saber mais sobre o tema acesse o link:
http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2013/08/esqueletos-mostra-assombram-cemiterio-abandonado-em-itu.html

sábado, 24 de maio de 2014

MALES BRASILEIROS


A discussão mais recente no meio acadêmico de que o Brasil sofre um processo de baixo desempenho na sua geografia econômica está na origem do tema ora discorrido.

O conteúdo aqui exposto resulta de conversas mantidas pelo autor do blog com o Gabriel um aluno do Curso de Direito de uma faculdade de Ribeirão Preto/SP, Brasil. 

Trata-se, portanto, de modo simples, das possíveis causas do baixo desempenho da geografia econômica brasileira oriundas das observações empíricas feitas pelo referido aluno acrescidas de interpretações de dados bibliográficos do autor do blog. 

Assim, constatou-se que o Brasil é um dos países que “menos exploram o potencial comercial no mundo” fato que impede “a melhor utilização de capacidade instalada, disseminação de conhecimento e absorção de progresso tecnológico”. Ou seja, [...] em 2000, o Brasil exportava cerca de 14% das exportações chinesas de alta tecnologia e 290% do equivalente da Índia, e em 2010 esses números caíram para 2% e 80%,respectivamente” (CANUTO et. al, 2014).

Ante a esse cenário o graduando em Direito Gabriel, citado antes, aponta que as principais causas do mau desempenho do país são a custosa e demorada burocracia (fluxo de papéis relativos aos negócios), a carga tributária descomunal (impostos e taxas), os gastos excessivos e a ineficiência do Estado.

Para Gabriel a burocracia dificulta a criação de empregos pelo abuso de regras e do valor de taxas e impostos para criação de empresas. Isso eleva o custo do produto e de vida e impede a ampliação do poder de compra dos brasileiros. Também aumenta a quantidade de capital necessário para abrir uma empresa porque se torna mais custoso o valor das máquinas, dos equipamentos e da formação do estoque. Ainda reduz-se o número de pessoas com condições de abrir um negócio, a oferta de emprego e, novamente, do consumo de bens. 

O Estado brasileiro, tido como mau gastador, por sua vez, busca solucionar suas dívidas imprimindo dinheiro a mais que seu equilíbrio financeiro acarretando a inflação e a redução do poder de compra dos salários. 

Este circulo vicioso favorece os que têm muito em detrimento dos que tem pouco ou nada, ou vivem do “bolsa família”, que isoladamente não resolve o problema da miséria brasileira.

Daí pode-se inferir que uma das alternativas de solução é eleger representantes comprometidos [de verdade] com a geografia socioeconômica do Brasil, antes que seja tarde.


Saiba mais clicando no link:

TERMINAL RODOVIÁRIO DE SÃO PAULO

Fonte: google

Este artigo chama a atenção dos responsáveis pela gestão do Terminal Rodoviário de São Paulo localizado no sentido Penha – Lapa da via marginal do rio Tietê, na zona Norte da cidade, que aos 32 anos apresenta deficiências de funcionamento.

O terminal citado é considerado o maior da América Latina e o segundo maior do mundo, ou seja, só perde para o terminal de Nova Iorque nos Estados Unidos. Funciona durante 24 horas, interliga-se com o metrô e o aeroporto; tem linhas de ônibus para 21 estados,mais de 1.000 cidades e 4 países, atendimento bancário, comércio de alimentos e outros produtos, estacionamento para veículos e ônibus de espera etc.

Além disso, ele é muito utilizado por pessoas de praticamente todo o Brasil, inclusive do interior do estado de São Paulo. 

Essas qualificações impõem aos seus gestores uma atuação profissional em sintonia com a atualidade tecnológica visando à garantia da satisfação dos usuários não só das empresas de ônibus, mas também por todos os serviços que oferece. Afinal de contas a tarifa cobrada pelo seu uso é considerada alta para o padrão de renda dos brasileiros.

No que respeita ao Código do Consumidor e as normas técnicas não se admite, por exemplo, a defasagem da infraestrutura de locomoção interna em que predominam escadas na ligação da área de serviços e as plataformas de embarque, fato que penaliza especialmente as pessoas com malas, portadores de necessidades especiais e mobilidade reduzida. Não há elevadores reservados e os banheiros não estão adaptados para esses usuários. Também é inaceitável o preço exorbitante dos produtos alimentícios. Um salgado, por exemplo, é vendido por R$ 5,50, porque há indícios de que não há concorrência entre os pontos de venda. 

Essas falhas, entre outras, precisam ser reparadas porque afetam negativamente um grande número de usuários.

LEGITIMIDADE E NOVOS TEMPOS

Fonte:https://www.google.com.br


A palavra que intitula o presente artigo, segundo o dicionário, quer dizer: o que tem aprovação ou fundamenta-se numa base legal. Ela é muito empregada para avaliar diversos tipos de relações entre pessoas, família e empresas, assim como, dessas com o Estado (governo municipal, estadual e federal) que, por sua vez, ao deter o poder nessas relações depende de sua legitimação.

Na família a legitimidade da autoridade dos pais depende principalmente de suas habilidades e dos meios de que dispõe para concretizar as necessidades de afeto, diálogo, alimentação, saúde, educação entre outras condições básicas da sobrevivência e do desenvolvimento familiar.

No governo municipal, estadual e federal como membros do Estado, é a mesma coisa. A legitimidade dos governantes está estritamente ligada à sua capacidade de suprir as expectativas da população e principalmente os compromissos político-eleitorais. E, por efeito a gestão eficiente dos recursos humanos, materiais e, sobretudo dos serviços e equipamentos públicos são fatores determinantes.

No entanto manter-se portador da legitimidade não é tarefa fácil para os governantes. Isso porque nos dias atuais deve-se levar em conta a complexidade e os hábitos da sociedade e a permanente geração de necessidades. Estas, se não atendidas naturalmente pela política de governo se transformam em reivindicações, e até mesmo em denúncia nas redes sociais e outros meios de comunicação de massa. Mas, também podem se transformar em protestos de ruas como ocorreu em junho de 2013 em quase todas as cidades brasileiras.

Tais comportamentos devem ser avaliados como a manifestação da cidadania na busca de concretização do poder-dever do Estado na satisfação das demandas dos cidadãos. Seus aliados são os sistemas de Internet, os dispositivos digitais e seus aplicativos. Essas ferramentas comportam o registro dos fatos, a comunicação e mobilização instantânea da opinião pública, sobretudo formada pela juventude.

São novos tempos a serem considerados não só pelos ocupantes de cargos e funções dependentes de legitimidade de seus atos, mas também dos candidatos às eleições de 2014 e, sobretudo pelos eleitores e eleitoras.

CONFLITOS VIÁRIOS

Fonte:https://www.google.com.br

Sabe-se que boa parte dos acidentes entre veículos e desses com pedestres poderia ser evitada se os projetos dos sistemas viários respeitassem rigorosamente as normas técnicas, legais (Código de Trânsito), e a segurança dos usuários das vias.


A afirmação anterior se justifica porque geralmente as avenidas, passagens, praças, ruas e outros logradouros públicos são projetados segundo diretrizes gerais de loteamento orientadas pelas Prefeituras.


Até aí tudo estaria certo se as Prefeituras tivessem uma diretriz específica para o formato dessas vias, principalmente nas suas “interseções” (diferentes formas de cruzamentos e entroncamentos entre vias), e fiscalizassem sua aplicação. 

Mas, são comuns os departamentos técnicos municipais de aprovação de novos ou revitalização dos antigos bairros se preocuparem quase tão somente com a largura das ruas [que nem sempre atende as necessidades dos usuários]. Geralmente fica fora da análise o tipo de veículo, a intensidade e o pico de tráfego, assim como o fluxo de pedestres.

Além disso, nas interseções aumentam, e muito, o perigo de acidentes, inclusive com vítimas fatais. Uma pesquisa demonstrou que mais de 70% dos acidentes nas cidades acontecem nesse ponto de uma avenida, passagem ou rua.

Portanto, se faz necessária a reflexão sobre o tema visando melhorar a qualidade dos projetos de implantação ou gerenciamento de tráfego, de avenidas e ruas, com especial atenção para os cruzamentos em que se verifica a ocorrência de movimentos conflitantes. 

O primeiro passo é identificar esses locais por meio de um levantamento do número de acidentes já registrados, da consulta aos vizinhos dos cruzamentos considerados perigosos e ou da observação do fluxo veículos e de pedestres nos pontos e horários de maior intensidade de uso da via considerada. 

O segundo passo é utilizar os dados para planejar as intervenções após discussão e deliberação com a comunidade envolvida.



Para maiores informações sobre o tema acesse o link:

http://www.labtrans.ufsc.br/PSR/post/Acidentes-em-intersecoes-sao-os-tipos-de-acidentes-mais-comuns.aspx