terça-feira, 8 de abril de 2014

PAINEIRA


Este artigo destina-se a estimular as pessoas a valorizar o meio ambiente a partir de um de seus componentes vegetais aqui representados por uma árvore de grande porte originária principalmente das florestas brasileiras, e da Argentina, considerada uma das mais belas do mundo: a paineira. 

A iniciativa se justifica pela agradável beleza cênica que ela nos oferece nesta época do ano cujo destaque é creditado ao lindo colorido das suas flores brilhantes que se torna ainda mais evidente pela queda da quase totalidade das folhas. Depois dessa etapa seus frutos maduros nos dá a paina com aparência de seda, ou seja, fibras de textura fina e cor branca que podem ser aplicadas em diversos usos, inclusive como enchimento de travesseiro. E a contribuição da paineira ao homem e ao meio ambiente não para aí; sua arquitetura com ampla copa facilita a construção de ninhos de pássaros.

Além disso, ela empresta seu nome popular a empreendimentos comerciais e de serviços em várias cidades brasileiras. Ou seja, a clube de campo em São Paulo, capital; centro de compra em Jundiaí, condomínio em Ribeirão Preto, clube hípico em Campinas, ambas no interior de São Paulo; centro de compra e hotel em Goiânia (GO). Seu nome também denomina a famosa música sertaneja "paineira velha" composta e gravada por Zé Fortuna e Pitangueira, que vale a pena recordar.

Esses são alguns exemplos da importância social, ambiental e cultural dessa magnífica árvore sobretudo na atividade pessoal, profissional e econômica de nossa gente.

Para ampliar a divulgação do seu conhecimento cumpre dizer que a paineira tem como características básicas cerca de vinte metros de altura na fase adulta; flores grandes, com cinco pétalas rosadas, pintas vermelhas e bordas brancas. Há também uma variedade pouco comum de flores brancas. No entanto, seu porte e os espinhos do caule durante a etapa do desenvolvimento restringem o plantio da espécie nas ruas, sendo recomendável cultivá-la em espaços amplos e livres como bosques, parques e assemelhados.

Na região de Ribeirão Preto (SP), Brasil é comum deparar, no outono, com paineiras floridas nas estradas, no acesso às áreas de lazer, clubes, fazendas, pesqueiros, sítios, assim como em lugares cujos donos ou cuidadores apreciam os inúmeros benefícios da arborização, inclusive para prevenir o estresse da vida apressada de hoje.



sábado, 25 de janeiro de 2014

SINAL VERMELHO



Pelo título pode-se deduzir o conteúdo da matéria desse artigo. Se você disse que o assunto é sobre trânsito quase acertou porque o correto é a imprudência no trânsito como causa de acidentes com danos materiais e pessoais. Além disso, muitas vezes, podem morrer os condutores e passageiros dos veículos, assim como os pedestres envolvidos.

O título foi inspirado na expressão usada por um motociclista que, num cruzamento entre duas avenidas movimentadas da zona sul de Ribeirão Preto (SP), Brasil, esteve em situação de perigo quando um caminhão fez manobra de conversão avançando o sinal vermelho vindo em sua direção. O motociclista, corajosamente, parou em frente ao veículo do infrator e disse em voz alta: SINAL VERMELHO. E não parou aí. Proferiu muitas palavras de protesto pela atitude errada do motorista. Também usou frases associando o ato dele aos problemas enfrentados pelos cidadãos educados para o trânsito e aqueles que desrespeitam a legislação. A iniciativa cidadã desse rapaz certamente contribuirá para mudar o comportamento daquele mau motorista.

Cumpre destacar que milhares de mortes anuais têm como causa não só às más condições físicas e de sinalização da malha viária (ruas, estradas etc.), mas também a imprudência ao volante, que de acordo com o publicitário gaucho Eduardo Tessler são: 1) falar ao celular (ou digitar e consultar mensagens) enquanto dirige; 2) excesso de velocidade para a via em que trafega; 3) direção perigosa (manobras arriscadas etc.); 4) película de proteção [dos vidros] muito escura; 5) embriaguês e uso de drogas; 6) paradinha do tipo "volto já" (colocar o carro em local proibido e ligar o pisca - alerta).

Portanto, sabendo que as atitudes imprudentes podem acarretar danos materiais e até matar as pessoas envolvidas numa “batida” entre veículos parece mais inteligente respeitar a sinalização e a legislação de trânsito. Ao contrário é desprezar o patrimônio e a vida própria e de terceiros, ou seja, uma atitude incompatível com a natureza humana de pessoas sadias.


quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

CONTÉM GLÚTEN

Fonte:https://www.google.com.br


Ao ler este artigo alguém pode perguntar para si próprio ou comentar com terceiros: qual a relação do seu conteúdo com a temática comumente abordada neste espaço? A resposta é simples: tudo que diz respeito à inter-relação dos seres humanos com o espaço geográfico em que vivem, principalmente o meio urbano, faz parte do interesse de análise deste blog.

Assim justifica-se falar sobre o uso de um alimento como o glúten que, segundo a literatura consultada, além de sua importância culinária e no processo industrial, em determinadas circunstâncias, pode causar danos à saúde humana.

Desse modo, vale dizer que a frase do título deste artigo está escrita nas embalagens de vários produtos alimentícios à venda no comércio. 

Entre outras funções o glúten é responsável por oferecer as condições de viscosidade e elasticidade aos alimentos como se pode verificar durante o preparo de massas de biscoitos, bolo, macarrão, pão, salgadinhos e assemelhados.

Fonte: https://www.google.com.br

No entanto, há consumidores que têm alergia ao glúten e podem sofrer outros problemas de saúde ao comer produtos com essa proteína, como, por exemplo, os fabricados com aveia, centeio, cevada e trigo.

Em pesquisa de dados feita pelo autor deste artigo, em sítios eletrônicos que tratam do tema, se verificou que em pessoas cujo organismo não tolera o glúten a mucosa do intestino delgado sofre danos e, por efeito, a digestão dos alimentos é prejudicada. Talvez por esse motivo os estabelecimentos, mais bem preparados para comercializar produtos alimentícios, colocam placas sinalizadoras dos produtos com as palavras: contémnão contém glúten (ou glúten free), conforme o caso.
Fonte:https://www.google.com.br
Cumpre destacar que na citada pesquisa também se constatou que o uso excessivo de alimentos com glúten pode levar à depressão até mesmo de pessoas que não tem problemas com essa proteína.

Diante disso não parece exagero recomendar precaução no uso dos produtos citados, inclusive consultar o médico especialista para a orientação sobre a dieta alimentar, de modo a prevenir doenças e manter uma vida saudável e ambientalmente correta.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

FALTA DE PADRONIZAÇÃO

Fonte:http://www.google.com.br

Este artigo tem a finalidade de chamar a atenção dos órgãos governamentais e responsáveis pelos setores industriais para problemas que ocorrem em diversos ramos produtivos devido ao aparente desinteresse das indústrias na padronização das peças e componentes a fim de que possam ser utilizados em produtos de diferentes marcas. 

Hoje é cada vez maior a quantidade de componentes industriais fabricados para uso exclusivamente de determinada marca, cujas diferenças no design são ínfimas ou inexistentes e o funcionamento nem sempre é mais econômico ou eficiente entre marcas. É nítido para muitas pessoas que a estratégia por detrás dessa prática guarda relação com a tentativa do fabricante que assim age de “forçar” o consumidor a utilizar componentes chamados originais, ou seja, fabricados para determinada marca e tão somente para ela. 

Isso impõe gastos desnecessários com estoques de itens semelhantes e geralmente mais caros pelo fato de serem considerados “exclusivos” e, por efeito, inibir a concorrência comercial uma vez que o consumidor não tem alternativa de usar um sucedâneo.

Para ilustrar esses argumentos podem ser citados os seguintes casos: 

1) pneus: os veículos zero quilômetro vêm com pneus sobressalentes cujo desenho da banda de rodagem é alterado praticamente a cada lançamento o que dificulta o seu uso porque o consumidor dificilmente encontrará no mercado outro pneu similar para formar o par com o do estepe (sobressalente); 

2) peças de computador: desde o cabo elétrico externo até as peças internas, geralmente não há compatibilidade desses itens entre as marcas; 

3) cerâmicas: de um ano para o outro os fabricantes comercializam placas em tamanho e espessura sem nenhuma preocupação com a padronização. No caso dos pisos cerâmicos há um costume errado dos fabricantes que vendem produtos refugados no controle de qualidade sem considerar os possíveis prejuízos causados a quem os adquire;

4) embalagens de remédios, tintas, adesivos; insumos de construção civil,peças elétricas entre outros produtos de uma lista enorme: estão disponíveis com diferentes características e são vendidos em embalagens ou quantidades incompatíveis com a necessidade de uso imediato do consumidor. No entanto, são comprados porque quando o produto é vendido numa embalagem ou quantidade menor o preço é proporcionalmente muito mais caro que o da embalagem ou volume maior.


Esta prática desperdiçadora de recursos naturais certamente não é economicamente competitiva, assim como pode ser considerada ambientalmente errada e deveria ser reprovada pelos consumidores e melhor regulamentada pelo governo.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

III PYDES É ENCERRADO EM ACAPULCO, MÉXICO

Com cerca de 100 trabalhos inscritos de autores de vários países da América Latina e da Europa realizou-se o III Congreso Internacional en Patrimonio y Desarrollo Sustentable - PYDES 2013, na cidade de Acapulco, Guerreiro, México entre os dias 9 e 12 de dezembro.
O III PYDES 2013 teve a chancela da UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE GUERRERO - UAG; UNIVERSIDAD AUTÓNOMA 
DE CAMPECHE; UNIVERSIDAD DE GUADALAJARA; SOCIEDAD 
MEXICANA DE ESTUDIOS DE LA CIUDAD, EL TERRITORIO Y LA 
SUSTENTABILIDAD (SOMECITES), MÉXICO; UNIVERSIDAD DE ALICANTE, 
CATEDRA ARZOBISPO LOAZES da UNIVERSIDAD DE ALICANTE UNIVERSITAT D'ALACANT; UNIVERSIDAD PÚBLICA DE NAVARRA, ESPAÑA e da UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JULIO DE MESQUITA FILHO”, campus Franca (SP), BRASIL, assim como do CONSEJO DE CIENCIA, TECNOLOGÍA Y INOVACIÓN DEL ESTADO DE GUERRERO, MÉXICO. 
No balanço de encerramento o Dr. Naú Niño Gutierrez, Presidente do Comitê Organizador Internacional, considerou que o resultado cumpriu plenamente o objetivo do evento tanto do ponto de vista da quantidade como da qualidade e da diversidade temática dos trabalhos apresentados.

Abaixo são colocadas as fotos de aspectos e momentos importantes do PYDES 2013.
  

Painel de divulgação do III Congreso Internacional en Patrimonio y Desarrollo Sustentable - PYDES 2013 no espaço monumental do Hotel Crowne Plaza - Acapulco, México


Momento de saudação do Dr. Naú Niño Gutierrez, anfitrião e Presidente do Comitê Organizador Internacional - III PYDES, aos congressistas no jantar musical de confraternização do evento numa praia junta do Hotel Crowne Plaza, Acapulco, México 


Mesa do jantar musical com pratos da deliciosa culinária mexicana decorada com objetos da cultura local


Mesa composta por congressistas brasileiros de Ribeirão Preto (SP), Batatais (SP) e Franca (SP) durante o jantar musical de confraternização


Momento em que o Dr. José Antonio Segrelles Serrano, da Universidade de Alicante, Espanha (centro) se fazia acompanhar do Dr. Naú Niño Gutierrez (direita), da Universidade Autónoma de Gerreiro - UAG, México e do Dr. Elias Vieira (esquerda), vinculado ao Labdes - Laboratório de Estudos Sociais do Desenvolvimento e Sustentabilidade, da Universidade Estadual Paulista - UNESP, campus Franca, SP, Brasil


Um dos salões (Puerto Marqués) de apresentação dos trabalhos acadêmicos durante o III PYDES 2013


Salão de apresentação dos trabalhos acadêmicos durante o III PYDES 2013


Momento da apresentação da Conferência do Dr. José Antonio Segrelles Serrano da Universidade de Alicante / Universitat d'Alacant, Espanha


Momento de uma das paradas da visita técnica realizada pelos congressistas pela baia de Acapulco quando foram acompanhados de um guia para narrar os aspectos históricos e geográficos dos pontos visitados


Vista parcial de um dos pontos de parada visitados pelos congressistas


Momento em que o Dr. Elias Vieira, do Labdes, Unesp, campus Franca(SP) Brasil fez uso da palavra para agradecer aos congressistas pela escolha da cidade de Franca como sede do IV PYDES 2015, em cuja ocasião destacou aspectos sociais, econômicos, políticos, educacionais e culturais da urbe francana e seus pré-requisitos para realizar de maneira exitosa este importante evento internacional


Momento em que membros do Comitê Organizador do III PYDES 2013 e o Dr. Elias Vieira, na condição de porta voz do grupo brasileiro que organizará o IV PYDES 2015, comemoravam a decisão dos congressistas na escolha de Franca, SP, Brasil como sede do referido congresso internacional


COBERTURA JORNALÍSTICA DO III PYDES 2013

Cumpre destacar que o jornal EL SUR (http://www.suracapulco.com.mx/) um dos mais importantes periódicos de circulação diária em Acapulco cobriu o evento tendo divulgado matérias nas páginas 10 e 21 da edição do dia 10/12/2013.






BOAS FESTAS E FELICIDADES NO ANO NOVO!












sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

INCINERAÇÃO DE LIXO

HÁ FORTE OPOSIÇÃO EM MUITOS MUNICÍPIOS

Com  a aprovação da política nacional de resíduos sólidos (Lei 12.305/2010) nota-se que aumentou o número de municípios interessados em resolver seus problemas com a destinação ou tratamento de resíduos e rejeitos chamados popularmente de lixo.

Outro fator que tem estimulado as Prefeituras a melhorar seu desempenho na gestão desses materiais é a exigência  de elaborar e aprovar o plano municipal de saneamento básico que tem como um de seus produtos o plano de gestão de resíduos.

Por outro lado também se observa que uma das propostas que empresas de consultoria estão apresentando nos municípios para solucionar a destinação do lixo é a incineração, ou seja, queima-lo em fornos de alta temperatura reduzindo seu volume a cinzas, a qual não dispensa destinação final por aterramento.

Do ponto de vista prático e econômico a incineração com aproveitamento de energia é tida como uma solução eficaz, porém há rejeição em parte do meio técnico porque nem sempre o sistema é absolutamente seguro em termos ambientais. Ou seja, a fumaça originada no processo, quando não tratada adequadamente, pode causar doenças. 

Outra discussão esta relacionada com a composição do lixo brasileiro em que mais de 50% é de matéria orgânica (cascas, frutas, verduras, legumes, restos de comida etc.) que devido à alta umidade, cerca de 80%, o sistema perderia eficiência.

Na opinião desse articulista, entretanto, para adotar a técnica da incineração com aproveitamento de energia é preciso inseri-la na gestão integrada que prevê a coleta seletiva sob diferentes formas, a separação da fração orgânica (úmida) da inorgânica (seca), fazendo-se a compostagem da primeira e a separação para reciclagem da segunda. Nesse caso sobraria apenas o rejeito para ser incinerado, ou seja, antes de se pensar na técnica da incineração é preciso considerar a ideia de aproveitar os componentes recicláveis. E, mesmo assim é fundamental não perder de vista a possibilidade de ocasionar doenças a fumaça gerada no processo no caso de não se utilizar tecnologias adequadas.


Agora,parece mais econômico e ambientalmente correto aplicar a logística reversa para o rejeitos e ao mesmo tempo melhorar suas condições de reciclagem, visto que boa parte deles se referem a embalagens cujos componentes ou modo de fabricação impedem seu reuso ou transformação em outros produtos.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

FIM DE ANO E LIXO



Associar o fim do ano a resíduo ou rejeito (lixo) não é o que muita gente tem na imaginação.

Também não é comum as pessoas relacionarem a data a momento de mudança de comportamento no manejo do lixo, para melhor, ante aos seus semelhantes.

Todavia, na realidade, o fim de ano (Natal e Ano Novo) é mais comemorado como um período no calendário da propaganda para estimular o consumo de mercadorias: presentes e comida em família.

Por isso as lojas normalmente ficam cheias de compradores buscando opções entre modelos  e marcas. Os fabricantes, por sua vez, não poupam esforços para divulgarem as variedades e ofertas, inclusive as facilidades de pagamento dos seus produtos.

Mas o consumo de mercadorias em si tem como aspecto negativo o fato de gerar rejeito (lixo) quando seus embrulhos e embalagens são removidos e jogados fora. E o pior, estes materiais pós-consumo além de conter metais potencialmente tóxicos, na formulação de suas cores, nem sempre são reutilizáveis ou recicláveis. Esse problema é agravado em virtude de excesso e ou da inadequação das embalagens.

Felizmente essa realidade já começou a mudar. As propostas de venda de produtos com menos embalagens estão sendo aceitas em diversos países. Com essa medida os produtos podem ficar mais baratos e centenas de toneladas de lixo deixaram de ser geradas. Esta é uma atitude ecologicamente correta que merece ser disseminada entre as indústrias, lojistas e consumidores em geral.